Maio, da flor. Natura opalina adornada com as cifras da alma. Jangada de tábuas colhidas a duas mãos.
A navegar no lago secreto corpóreo.
Maio, repouso do universo. Dias cromados e horas rasas no sabor temperado
no cálice azulado do leito
tão perfeito na cor.
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Por: M
Blog: Citadel
